5.11.08
22.10.08
8.10.08
7.10.08

Mesmo antes de exoplodirem no mainstream com «Out of Time», que incluía o famoso «Losing my Religion», os R.E.M. eram ainda uma banda de culto. Uma enorme banda de culto. Tour de «Green», Stipe em descalabro emocional - antes do out of closet - uma banda potente, intensa, jovem. Momentos como «Turn you in Inside Out» - dedicado à Exxon Corporation - tiram-nos a respiração. A realização, assinada por Jim McKay e o próprio Stipe, é notável, e se há forma de se ver, em DVD, um concerto de rock ao vivo, sem muitas perdas, não deve andar muito longe desta... *****
4.10.08
2.10.08
26.9.08
15.9.08
Clap Clap Clap!
Paulo Nogueira in revista Domingo, CM.
27.5.08

«O Ente Querido» Evelyn Waugh 1948 (livro)
11.5.08

9.5.08

«I'm Not There» Todd Haynes 2007 (filme)

«Amazing Journey: The Story of The Who» Paul Crowder/Murray Lerner 2007 (DVD)
1.4.08
U23D Vs. Rattle & Hum

«U23D» Catherine Owens 2008 (filme) «Rattle and Hum» Phil Joanou 1988 (filme)
Se bem que o mais recente seja «apenas» um concerto dos U2 na Argentina e o mais antigo um documentário sobre os U2 na América, há algo que os pode relacionar: o modo como o todo do grupo é apresentado ao público, no grande ecrán, e em épocas distintas. Aquando da saída do documentário «Rattle and Hum», estreado no antigo cinema Condes - hoje Hard Rock café, em Lisboa - o fãs acorreram em massa levando t-shirts e bandeiras que empunhavam cantando, a espaços. A crítica começava a torcer o nariz ao sonho americano de Bono e Cia. e era politicamente incorrecto gostar da banda - só os recuperariam depois da fase Berlinesca de «Achtung Baby». No ecrán, os U2 eram filmados maioritariamente a preto e branco na América dos irlandeses, em momentos gospel de igreja onde se ensaiava «I still haven't found...», em Graceland, nos Sun studios a gravar «Angel of Harlem», em explosões de raiva em palco - «Bullet the Blue Sky» e «Silver and Gold» - e em duetos lendários com B.B.King e concertos em terraços de fazer parar o trânsito. Ainda hoje, se calhar até muito mais hoje, «Rattle and Hum» é um documento intemporal, vibrante e desafiador, que começa com a apropriação do «Helter Skelter» de Beatles e Manson, e deambula pela redescoberta da música tradicional como caminho a seguir (nada que Dylan não tivesse já feito) mas também pelo humor dos U2. Em «U23D» a única réstea de humor é um beijo na boca de Bono a Adam, que falha por se querer levar a sério... Ainda hoje vemos «R&H» com um sorriso constante, enquanto «U23D» leva ao bocejo. Vemos em 3 dimensões um espectáculo morno, que aborrece devido à pouco diversificada realização e montagem, que parecem esgotar todas as novidades da tecnologia 3D em 3 canções. Vemos em 3 dimensões um Bono de voz cansada, uma banda com bom som mas pouca garra. Não vemos a dimensão da atitude artística que junto com a vox política caracterizou as fases mais importantes da carreira do grupo. E não são a tecnologia e a novidade que vão colmatar essa insuficiência. Na realidade, o preto e branco de «Rattle and Hum» é muito mais sobredimensional e «colorido» do que o truque dos óculos 3D. O showbusiness tem destas coisas...
28.3.08


21.3.08

20.3.08
Palavras para Quê
5.3.08
Z DAY 15 MARÇO

Outros locais de exibição em Portugal:
University of Minho
Campus Azurem, Guimaraes, Braga
TIME: 21:00
Zeitgeist - A Luz e a Sombra
Palmela, Setubal
Centro Multimeios de Espinho
Av. 24 nº800, Espinho, Aveiro
TIME: 14:00 & 19:00
Zeitgeist Exhibition at Mercado Negro
rua da amizade, 4 - 2º esq. Esgueira
3800-381 AVEIRO
PORTUGAL TIME: 22:00
Livraria Almedina Estádio
Coimbra
TIME: 15:15
23.2.08

20.2.08

«Sweetheart of the Rodeo» The Byrds 1968 (vinil)
Se nos anos 70 o termo Country-Rock era perfeitamente usual, no final dos anos 60 a Country e o Rock andavam em territórios diametralmente opostos. De um lado os rednecks que frequentavam o Grand Ole Opry, doutro os cabeludos pré-hippies. Mas as coisas estavam a mudar: Dylan tinha ido do Folk ao eléctrico e agora virava-se para o Country, gravando em Nashville com Johnny Cash, e os Byrds, à mão de Gram Parsons, tentavam semelhante «jogada». Claro que «Sweetheart...» tornar-se-ia no disco maldito do grupo, não entendido nem a jusante nem a montante. As próprias críticas da imprensa musical marginalizaram os Byrds, tão confundidos quanto os fãs hardcore da Country music. É por isso «perfeitamente normal» que hoje «Sweetheart...» se tenha tornado na peça de culto da carreira dos Byrds, porventura um dos seus discos mais interessantes, com Gram Parsons em estado de graça, gravando um dos seus melhores temas, «Hickory Wind», espalhando a conversão Country que terá estado nas origens da sigla Americana. No entanto, o disco marcaria também o desigual futuro dos Byrds, desagregando Parsons da banda e criando um hiato que levou também à saida de Chris Hilmann para os Flying Burrito Brothers, deixando Roger McGuinn como único timoneiro. Por isso tudo, *****, claro.
19.2.08

«Beloved - Mojo presents a treasury of classic indie rock» 2008 (Cd)
14.2.08

3.2.08

«In Rainbows» Radiohead 2008 (vinil)
18.1.08

«Atonement» Joe Wright 2007 (filme)
2.1.08

Passaram discretamente por Glastonbury, em 2007, e são o segredo mais bem guardado da nova pop britânica. Quarto single extraído do disco de estréia, «Upon The Heath» - que o encerra - resume em poucos minutos o som de Mr. Hudson: composição clássica despida em beats, acompanhada ao baixo com nova poesia dandy. Têm carisma, têm personna, têm canções, e o que é que se pode pedir mais? Que se embarque na frase de desordem que acaba com o tema, «I suggest: No More Rock'n'Roll!»? Pelo menos que se esteja atento a esta nova espiral da pop, e que se a abraçe se dela não restar dúvida. *****























